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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
"Preciso admitir, sou muito irônica, e grossa as vezes, um pouco meiga de vez em quando. Gosto do meu lado apaixonada, mas quase nunca aparece. E meu lado safado chega a me assustar. Protetora e ciumenta ao extremo. Tenho um gênio difícil e um temperamento forte. As vezes sou barraqueira, outras, calma até demais. Dura como uma pedra e frágil como um vidro. Mais conhecida como a rainha do drama, essa sou eu. E sabe o que mais me assusta? Ainda tem gente que gosta.”
sábado, 6 de setembro de 2014
Você me assusta.
Esta quebrando todas as barreiras que um dia criei para me proteger.
Me deixa nervosa, me confunde. Me sacode por dentro. Me faz voar sem tirar os pés do chão.
Já não são mais borboletas, o que sinto se aproxima de um terremoto, mas tenho medo.
Medo da intensidade, da rapidez com que esse sentimento esta evoluindo, medo de não ser boa o suficiente pra você. Tenho medo de estragar a amizade, medo de não saber como agir. Tenho medo de um dia você se cansar de mim, agora que esta aqui não quero te perder. Tenho medo de não conseguir demonstrar o que sinto, nunca fui muito boa em lidar com meus sentimentos, me escondi deles na maioria das vezes. Tenho medo de já estar totalmente a sua mercê.
Esta quebrando todas as barreiras que um dia criei para me proteger.
Me deixa nervosa, me confunde. Me sacode por dentro. Me faz voar sem tirar os pés do chão.
Já não são mais borboletas, o que sinto se aproxima de um terremoto, mas tenho medo.
Medo da intensidade, da rapidez com que esse sentimento esta evoluindo, medo de não ser boa o suficiente pra você. Tenho medo de estragar a amizade, medo de não saber como agir. Tenho medo de um dia você se cansar de mim, agora que esta aqui não quero te perder. Tenho medo de não conseguir demonstrar o que sinto, nunca fui muito boa em lidar com meus sentimentos, me escondi deles na maioria das vezes. Tenho medo de já estar totalmente a sua mercê.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Cerqueiralândia
Eu te amo...
Com os olhos sofisticados de pintor
Ainda que te amar seja um pouco de dor.
Eu te amo...
Como um sedento e o último gole de coca no deserto
Como a gravidade que prende a lua perto
Eu te amo...
Como um leão faminto e a presa
Um gordinho e o bolo de chocolate em cima da mesa
Eu te amo!
Com os olhos sofisticados de pintor
Ainda que te amar seja um pouco de dor.
Eu te amo...
Como um sedento e o último gole de coca no deserto
Como a gravidade que prende a lua perto
Eu te amo...
Como um leão faminto e a presa
Um gordinho e o bolo de chocolate em cima da mesa
Eu te amo!
- Henrique Cerqueira
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Preciso de alguém que permaneça. Que fique. Que não me deixe só. Que me olhe nos olhos e me faça sentir segura. Alguém que me faça rir nos piores momentos e que seja fiel. Que me de colo e carinho. Que aguente, aguente a minha intensidade, que pule dos mais altos prédios comigo. Alguém que segure minha mão durante a queda, e no final , continue junto a mim.
Eu não sei explicar as coisas boas que você me faz sentir!
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Vida Nova / Ou Quase - 2
To começando a ficar assustada!
Morar em um lugar novo é meio que começar tudo do zero, eu não conheço basicamente nada nem ninguém aqui, passo meus dias lendo ou fazendo algum trabalho. Me sinto muito isolada.
Por um lado lado é bom, a paz e o sossego são ótimas companhias, mas eu estou começando a acreditar que estou ficando maluca, eu me pego falando sozinha cada dia mais, discutindo comigo mesma e me mandando calar a boca. Ando em uma paranoia doida por causa das aranhas, em cada lugar da casa que eu vou vasculho canto por canto pra ver se não tem nenhuma aranha por perto. nos dias que não tenho aula passo basicamente dentro de casa, trancada no quarto, isso ta acabando comigo. Pra ter uma ideia do tamanho do tédio por aqui tem dias que nem ler eu tenho vontade.
Mas apesar dos pesares eu to gostando desse lugar, to gostado de respirar novos ares de conhecer um novo jeito de ser das pessoas. Tem sito uma experiencia libertadora.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Vida Nova / Ou Quase - 1
Estou com medo!
Medo da mudança, medo da novidade. Gosto do meu "conforto", aprendi a suportar o modo como vivo agora. O novo me faz tremer, faz-me sentir desprotegida.
Tenho medo do que possa acontecer, medo de quem eu possa a vir me tornar, medo do que o futuro me reserva. Fico o dia todo pensando "E se..."
"E se não der certo?"
"E se eu não conseguir?"
"E se... E se... E se...????"
Sei que eu preciso aprender a voar com minhas próprias asas e que mais cedo ou mais tarde vou precisar me acostumar a viver assim. Me sinto tão pronta as vezes, já, tem dias, em que me sinto uma criança insegura que ainda não aprendeu a atravessar a rua sem a ajuda da mãe.
Quero muito ser, me tornar independente, dar orgulho pros meus pais mas, me sinto tão fraca, tão medrosa, tão ingênua, insegura de mais.
Medo da mudança, medo da novidade. Gosto do meu "conforto", aprendi a suportar o modo como vivo agora. O novo me faz tremer, faz-me sentir desprotegida.
Tenho medo do que possa acontecer, medo de quem eu possa a vir me tornar, medo do que o futuro me reserva. Fico o dia todo pensando "E se..."
"E se não der certo?"
"E se eu não conseguir?"
"E se... E se... E se...????"
Sei que eu preciso aprender a voar com minhas próprias asas e que mais cedo ou mais tarde vou precisar me acostumar a viver assim. Me sinto tão pronta as vezes, já, tem dias, em que me sinto uma criança insegura que ainda não aprendeu a atravessar a rua sem a ajuda da mãe.
Quero muito ser, me tornar independente, dar orgulho pros meus pais mas, me sinto tão fraca, tão medrosa, tão ingênua, insegura de mais.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Le fabuleux destin d'Amélie Poulain
Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.
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